Indo além da culpa

Quem aqui nunca se sentiu culpado? Na nossa cultura, por questões morais e religiosas, recomenda-se sentir culpado por determinada ação errada que trouxe consequências negativas.

É sinal de maturidade e de crescimento, dizem por aí. Como se ao auto-punir, a dor e o sofrimento autoimpostos significassem empatia, compromisso verdadeiro para resolver a situação e trouxesse resultados espirituais.

Contudo não é bem assim. Independente do que você sinta diante do ocorrido, toda ação tem uma reação. Há consequências  das quais você se torna responsável. Independente se você concorda ou não, se você assume ou se você aceita. Ou seja, ser responsável não precisa da sua aquiescência.

E a responsabilidade não significa culpa. São coisas completamente diferentes. Assumir a responsabilidade significa aceitar o erro, buscar o aprendizado da experiência e fazer algo para concertar efetivamente.

Mas e o karma? Karma é uma palavra em sânscrito para ação.  Não é uma lei cósmica criada para punir alguém pelo passado, mesmo porque em termos de física quântica quem define o passado é o futuro. Não há determinismos e fatalismos e uma pessoa sempre pode mudar seu futuro e o seu passado através do agora.

Então não há a obrigatoriedade de sofrer pelo mesmo mal que você fez no passado. Você, com suas crenças e guiado por hologramas é que decide, aceita e cocria isto, gerando um contrato de aprisionamento.

Da mesma forma é você que decide se sentir culpado. A culpa tem a função de punir. Para quê? A vida não cobra este pedágio. A questão da culpa é que ela te engessa energeticamente ao passado que é reforçado cotidianamente.

A forma-pensamento da culpa gera miasmas e afeta o campo eletromagnético da pessoa que se sente culpada. Ela por ressonância atrai vibrações pesadas daquela realidade traumática nas circunstâncias da sua vida no presente.

Claro que quanto maior o sentimento da culpa, maior é a sua força energética e o grau de interferência na vida da pessoa, uma vez que um miasma afeta a programação do DNA e se acopla na memória celular, interferindo na produção endócrina, podendo até gerar doenças.

A culpa afeta a autoestima da pessoa e a deixa sem vontade, paralisada, se julgando não merecedora de realização na área da vida em que existe a culpa e se torna um entrave, uma espécie de maldição autoimposta.

Se você quer se libertar do sentimento de culpa, indico um tratamento terapêutico holístico sem remorsos porque sempre é possível ser feliz.

Como exemplo da possibilidade de ir além da culpa, podemos citar a história de um santo tibetano, Milarepa, que aprendeu magia negra para se vingar do tio, matou mais de 30 pessoas num vilarejo e conseguiu ascensão na mesma encarnação!

Assim como nas palavras do físico, professor PHD da Universidade Nacional da Austrália, Andrew Truscott,  “O evento futuro faz o fóton decidir o passado”, nas suas mãos está a possibilidade de mudança.

Na terapia quântica a culpa será trabalhada através de um profundo trabalho de limpeza energética, alinhamento e desbloqueio dos chakras, gerando as transformações bioquímicas necessárias.

Como diz o poeta: sempre é bom “ver brotar o perdão onde a gente plantou“.

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Estamos juntos.

Álvaro de Matos

Terapeuta Quântico

Um pouco mais:

Na física quântica, o futuro define o passado

Jetsün Milarepa

http://delas.ig.com.br/comportamento/autora-propoe-fisica-quantica-para-eliminar-problemas-cotidianos/n1237792244785.html

 

 

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